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Desigualdade racial e de gênero no mercado de trabalho entre egressos das universidades federais brasileiras

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SciELO Data2025-11-17 更新2026-04-25 收录
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Material suplementar à Metodologia: Anexo A - Modelo de Questionário aplicado aos Egressos e Anexo B - Parecer de Aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos (CEP) da Universidade Federal de Viçosa (UFV). Em uma sociedade brasileira caracterizada como machista e racista, questionamos: existe desigualdade de gênero e de cor/raça nos ganhos ocupacionais e salariais entre egressos das universidades federais brasileiras? Para responder essa pergunta, o objetivo do artigo foi analisar a influência do gênero e da cor/raça sobre os ganhos de egressos das universidades federais brasileiras no mercado de trabalho. Para tanto, aplicamos um questionário eletrônico, respondido por 11.458 egressos, de 18 universidades federais brasileiras. Utilizamos o Teste de Qui-Quadrado e a Regressão Logística Multinomial para a análise dos ganhos ocupacionais e salariais dos egressos. Os resultados sugerem que egressas de gênero feminino e egressos negros, em geral, são mais prováveis a trabalharem em cargos/empregos considerados mais qualificados, mas, paradoxalmente, são menos prováveis a receberem maiores salários respectivamente do que os egressos de gênero masculino e brancos. Os resultados sugerem avanços em relação aos ganhos ocupacionais de grupos mais vulneráveis socialmente, mas também sugerem que o gênero e a cor/raça são fatores de desigualdade no mercado de trabalho, mesmo entre profissionais altamente qualificados.
创建时间:
2025-11-17
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