Dados de replicação para: Desigualdades regionais e baixa retenção de médicos no Brasil: evidências de 15 anos de análise por coorte
收藏SciELO Data2026-02-26 更新2026-04-25 收录
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https://data.scielo.org/dataset.xhtml?persistentId=doi:10.48331/SCIELODATA.QWEYEN
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Este conjunto de dados foi usado como base para o estudo Desigualdades regionais e baixa retenção de médicos no Brasil: evidências de 15 anos de análise por coorte. Tal estudo objetivou descrever a aplicação de uma metodologia inovadora para mensuração da taxa de retenção de médicos nas regiões de saúde do Brasil entre 2009 e 2024. A partir dos microdados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – Profissionais, foram construídas coortes anuais e empregadas técnicas de análise de churn, sobrevivência e coorte, com base em identificadores únicos criptografados. A retenção foi calculada pela permanência dos profissionais nas mesmas regiões ao longo do tempo. Os resultados revelaram uma taxa mediana nacional de retenção de 51,0%, com maiores valores nas regiões Sul e Sudeste e menores nas regiões Norte e Nordeste. O Distrito Federal apresentou a maior taxa (80,4%), enquanto o Maranhão teve a menor (36,5%). Foram identificadas desigualdades intra e interestaduais, com capitais estaduais apresentando maior retenção. A correlação positiva entre a retenção e a densidade médica por 1.000 habitantes (r=0,847; p<0,01) sugere impacto direto na cobertura assistencial. Este estudo preenche uma lacuna na literatura ao oferecer um método replicável para análise nacional da retenção médica, contribuindo para o planejamento estratégico da força de trabalho em saúde no SUS e subsidiando políticas públicas voltadas à fixação de profissionais em áreas vulneráveis. (2025-05-14)
创建时间:
2026-02-26



